De silêncio, paciência e tempo
Ao encerrar o semestre legislativo no Senado e no Congresso Nacional e envolto permanentemente em denúncias desde nepotismo até sonegação de informação de bens milionários à Justiça Eleitoral, o Senador Sarney mais uma vez demonstrou o amante das letras que é.
Ao se defender das denúncias, demonstrando a vítima que vem sendo de tão sórdida campanha difamatória contra sua irreprovável conduta e reputação ilibada, Sarney lembrou ao plenário quase vazio as inefáveis palavras de Sêneca, mais ou menos o seguinte: "Contra as grandes injustiças não há outro remédio senão o silêncio, a paciência e o tempo".
Não houve tempo, nem inscritos, para contestar as palavras do longevo político maranhense, mas as paredes daquele auditório quase deserto devem ter repercutido o silêncio ensurdecedor dos governistas ante a descompostura de seu precioso aliado.
As Três virtudes hasteadas pelo senador são recursos que a oponião pública já não dispõe para suportar os desmandos tão bem simbolizados pela trajetória do eminente político.
Sua oligarquia resiste ao tempo e à impaciência do povo maranhense, que lhe deu várias demonstrações democráticas de que não os quer (aos Sarney). Não se deve esperar uma intifada, mas talvez não esteja ela tão distante de acontecer. Paciência e tolerência têm limites, mesmo a um povo destituído, roubado e permanentemente preso ao atraso como os Sarney querem os maranhenses.
O tempo - lá se vão 50 anos - já se esgotou. O Senado tem que se ordenar, obedecer a lei, a Constituição, enfim, cumprir o seu papel. Sem Sarney no comando será mais fácil.
Fora Sarney!
Ao se defender das denúncias, demonstrando a vítima que vem sendo de tão sórdida campanha difamatória contra sua irreprovável conduta e reputação ilibada, Sarney lembrou ao plenário quase vazio as inefáveis palavras de Sêneca, mais ou menos o seguinte: "Contra as grandes injustiças não há outro remédio senão o silêncio, a paciência e o tempo".
Não houve tempo, nem inscritos, para contestar as palavras do longevo político maranhense, mas as paredes daquele auditório quase deserto devem ter repercutido o silêncio ensurdecedor dos governistas ante a descompostura de seu precioso aliado.
As Três virtudes hasteadas pelo senador são recursos que a oponião pública já não dispõe para suportar os desmandos tão bem simbolizados pela trajetória do eminente político.
Sua oligarquia resiste ao tempo e à impaciência do povo maranhense, que lhe deu várias demonstrações democráticas de que não os quer (aos Sarney). Não se deve esperar uma intifada, mas talvez não esteja ela tão distante de acontecer. Paciência e tolerência têm limites, mesmo a um povo destituído, roubado e permanentemente preso ao atraso como os Sarney querem os maranhenses.
O tempo - lá se vão 50 anos - já se esgotou. O Senado tem que se ordenar, obedecer a lei, a Constituição, enfim, cumprir o seu papel. Sem Sarney no comando será mais fácil.
Fora Sarney!
Comentários