Jogo de cena
A reforma política, que tramita na Câmara dos Deputados, tem a consistência de um suspiro. O voto distrital, puro ou misto, não apetece a quem não quer ser cobrado mais de perto pelos cidadãos das praças originárias dos senhores parlamentares, e eis que vieram com esse absurdo de DISTRITÃO, felizmente já rejeitado pela maioria dos representantes. O distanciamento dos eleitos durante o mandato, alheios aos reais problemas das comunidades votantes, somente se desfaz no ano das eleições e, mais amiúde, nos três meses que antecedem o pleito. ...