Jogo de cena
A reforma política, que tramita na Câmara dos Deputados, tem a consistência de um suspiro. O voto distrital, puro ou misto, não apetece a quem não quer ser cobrado mais de perto pelos cidadãos das praças originárias dos senhores parlamentares, e eis que vieram com esse absurdo de DISTRITÃO, felizmente já rejeitado pela maioria dos representantes.
O distanciamento dos eleitos durante o mandato, alheios aos reais problemas das comunidades votantes, somente se desfaz no ano das eleições e, mais amiúde, nos três meses que antecedem o pleito.
O sistema distrital, que diminui o universo eleitoral de cada representante e o força a encarar de perto suas eventuais contradições e deficiências, é o pesadelo dos ineptos, incompetentes e corruptos, pois, a cobrança do eleitor seria mais direta.
Por isso mesmo, tão cedo não será adotado pelo Congresso que aí está, pois, não é costume que legisle contra seus próprios interesses, cortando na própria carne.
O financiamento misto de campanha é o ideal, desde que haja limite para as doações de empresas, que poderiam, por exemplo, ser estabelecidos em 1% do valor dos impostos efetivamente recolhidos no ano anterior, conforme a abrangência territorial do ente da Federação em que se realizam as eleições: a) de presidente e vice, os impostos, recolhidos em todo o país pela empresa; b) de governador, vice, deputado estadual, federal e senador, os impostos recolhidos em atividades no território do estado; c) prefeito e vereador, os impostos recolhidos em atividades no referido município.
As microempresas, empresas individuais de responsabilidade limitadas (EIRELI) e empreendedores individuais poderiam optar por doar o até o valor inicial da última faixa de incidência do imposto de renda de pessoas físicas, o que diminuiria o abuso do poder econômico.
Está em jogo, também, o fim da reeleição. Não sou contra a reeleição, apenas penso que quem quiser pleiteá-la deve afastar-se no prazo legal, e, quem o suceder seja impedido de candidatar-se, com a finalidade de se evitar o abuso do cargo público em prejuízo da lisura eleitoral.
Aguardemos o que decidirá nosso "valoroso" Congresso.
O distanciamento dos eleitos durante o mandato, alheios aos reais problemas das comunidades votantes, somente se desfaz no ano das eleições e, mais amiúde, nos três meses que antecedem o pleito.
O sistema distrital, que diminui o universo eleitoral de cada representante e o força a encarar de perto suas eventuais contradições e deficiências, é o pesadelo dos ineptos, incompetentes e corruptos, pois, a cobrança do eleitor seria mais direta.
Por isso mesmo, tão cedo não será adotado pelo Congresso que aí está, pois, não é costume que legisle contra seus próprios interesses, cortando na própria carne.
O financiamento misto de campanha é o ideal, desde que haja limite para as doações de empresas, que poderiam, por exemplo, ser estabelecidos em 1% do valor dos impostos efetivamente recolhidos no ano anterior, conforme a abrangência territorial do ente da Federação em que se realizam as eleições: a) de presidente e vice, os impostos, recolhidos em todo o país pela empresa; b) de governador, vice, deputado estadual, federal e senador, os impostos recolhidos em atividades no território do estado; c) prefeito e vereador, os impostos recolhidos em atividades no referido município.
As microempresas, empresas individuais de responsabilidade limitadas (EIRELI) e empreendedores individuais poderiam optar por doar o até o valor inicial da última faixa de incidência do imposto de renda de pessoas físicas, o que diminuiria o abuso do poder econômico.
Está em jogo, também, o fim da reeleição. Não sou contra a reeleição, apenas penso que quem quiser pleiteá-la deve afastar-se no prazo legal, e, quem o suceder seja impedido de candidatar-se, com a finalidade de se evitar o abuso do cargo público em prejuízo da lisura eleitoral.
Aguardemos o que decidirá nosso "valoroso" Congresso.
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