A saliva e a pólvora
Jair Bolsonaro disse que, para aplacar a sanha estadunidense de exigir a extinção dos incêndios na Amazônia, referindo a comentário anterior de Joe Biden, presidente eleito dos EUA no último dia 3 de novembro de 2020, só mesmo a pólvora, não adianta saliva.
Gastar saliva para falar uma insanidade dessas, é mesmo prova de que o Presidente Bolsonaro precisa, urgentemente, ser interditado (palavra já não muito apreciada pelo direito) em suas demonstrações histriônicas de absoluta ignorância, a ponto de, por razões de mero capricho ideológico, destratar presidente eleito da nação mais poderosa da Terra, cujas relações centenárias são absolutamente essenciais à saúde econômica e geopolítica do Brasil.
O certo é que rastilho de pólvora não tem como apagar com cuspe.
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